Recompra

    Taxa de recompra por setor: os intervalos típicos no retalho de proximidade

    Os intervalos de recompra típicos por tipo de loja em Portugal — do pão diário à revisão anual da bicicleta — e o que cada um muda na fidelização.

    10 de setembro de 20264 min de leitura

    A taxa de recompra mede quantos clientes voltam a comprar — mas o número certo para "quando é preocupante" muda por completo consoante o que a loja vende. Duas semanas sem um cliente aparecer é normal numa loja de roupa e é um sinal de alarme numa padaria. Esta página junta os 18 setores do catálogo de textos de publicidade por ciclo de compra típico, para servir de ponto de partida a quem ainda não mediu o próprio número.

    Nota sobre a origem destes intervalos: não são uma medição de mercado — a Turbini não tem, para já, dados de recompra reais por setor em Portugal, e inventar um número seria pior do que não o dar. São o mesmo critério editorial usado em como reativar clientes inativos: o ciclo natural do tipo de produto — o que se compra todos os dias não se compra ao mesmo ritmo que o que se compra uma vez por estação. Usa-os como ponto de partida, não como referência absoluta; o número real só se sabe medindo a tua própria loja.

    Recompra diária a semanal

    O essencial do dia a dia — perecível, consumido depressa, sem razão para esperar.

    SetorTextos de publicidade
    PadariaVer catálogo
    PastelariaVer catálogo
    CaféVer catálogo
    TalhoVer catálogo
    PeixariaVer catálogo
    FrutariaVer catálogo
    MerceariaVer catálogo

    Nestes setores, duas a três semanas sem o cliente do costume aparecer já é sinal para agir — é o intervalo mais curto do catálogo, e o que mais beneficia de um aviso automático em vez de depender de alguém reparar.

    Recompra quinzenal a mensal

    Serviços com ciclo próprio — o cabelo cresce, a roupa suja, a ração acaba — mais previsíveis do que parecem à primeira vista.

    SetorTextos de publicidade
    CabeleireiroVer catálogo
    BarbeariaVer catálogo
    LavandariaVer catálogo
    Loja de animaisVer catálogo
    ParafarmáciaVer catálogo
    GinásioVer catálogo

    Aqui o ciclo é regular mas mais longo — um mês sem o cliente aparecer pode ainda ser normal, dependendo do serviço; o que interessa é comparar com o intervalo habitual dessa pessoa, não com um número fixo.

    Recompra sazonal a esporádica

    Compra ligada a uma altura do ano, a uma necessidade pontual ou a um produto que dura — o intervalo entre visitas mede-se em meses, não em semanas.

    SetorTextos de publicidade
    PapelariaVer catálogo
    ÓticaVer catálogo
    SapatariaVer catálogo
    Loja de roupa femininaVer catálogo
    Loja de bicicletasVer catálogo

    Tratar duas semanas sem visita como alarme, num destes setores, gera avisos a mais e cansa o cliente. O sinal certo aqui é a época — antes do regresso às aulas, na mudança de estação — não o calendário corrido.

    O que fazer com isto

    Saber o ciclo típico do teu setor serve para uma coisa concreta: definir o intervalo a partir do qual um cliente que não aparece passa a ser "inativo" — o primeiro passo descrito em como reativar clientes inativos. Sem essa referência, ou se reage tarde de mais num negócio de recompra rápida, ou se manda avisos a mais num negócio de recompra lenta.

    O passo seguinte é medir o número real da tua loja, não assumir a categoria. Ver quanto vale um cliente que volta para transformar essa recompra em euros, e programa de fidelização a partir da fatura com NIF para o método mais simples de começar a registar quem volta e quando.

    Se a dúvida for sobre preços, o bónus ou o RGPD, temos as perguntas frequentes respondidas sem rodeios.

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    Perguntas frequentes

    Não — são um critério editorial baseado no tipo de produto, não uma medição. Não existe, para já, um estudo de recompra por setor em Portugal que a Turbini possa citar, e preferimos dizê-lo com clareza a inventar um número que pareça mais sólido do que é.

    Usa o raciocínio, não a lista: pensa em quantas vezes por ano um cliente típico precisa mesmo do que vendes, e onde isso cai — dias, semanas, meses ou estações. O critério importa mais do que encontrares o teu setor exato nesta página.

    Regista, mesmo que à mão, a data da última compra de alguns clientes habituais e o intervalo entre visitas consecutivas. Ao fim de algumas semanas já tens uma ideia do ciclo real — o método está descrito em [como fidelizar clientes sem um CRM caro](/pt-pt/blog/como-fidelizar-clientes-no-retalho-sem-crm-caro).