No caixa, o cliente aponta a câmera pro QR code e se cadastra pelo WhatsApp com o CPF. Uma vez só.
A cada nova compra, a turbini registra sozinha pela nota fiscal. O cliente não precisa fazer nada — e você também não.
Cada compra gera um bônus de desconto pra próxima, com data pra usar. A turbini lembra o cliente pelo WhatsApp, e ele volta antes de vencer.
O bônus é um desconto na próxima compra — o dinheiro continua no seu caixa. Simples assim.
Por trás de tudo está o Bini, a inteligência da turbini: ele acompanha cada cliente, escolhe a melhor hora de chamar de volta e cuida das conversas no WhatsApp.
Ele precisa de um programa que roda no automático. A tecnologia tem que se adaptar à rotina da loja — não o contrário.
Fidelidade de verdade tem que caber na loja de bairro: simples de ligar, sem CRM caro e sem burocracia.
A gente não vende programa bonito de enfeite — vende recompra. Do “que legal, tenho um programa” pro “olha o cliente de volta no balcão”.
É ali que a turbini vive: a confirmação do bônus, o lembrete pra voltar, tudo numa conversa. Sem app novo, sem painel pra decifrar.
Gente que não só fala de inteligência artificial — desenvolve, testa e valida IA na prática, todos os dias, dentro de um negócio real. Um ecossistema multidisciplinar de especialistas em marketing, vendas, produto e engenharia de dados, unidos por uma obsessão: usar IA pra fazer o cliente do varejo brasileiro voltar a comprar.
Empreendedor de tecnologia com 25 anos de estrada conectando inovação, marketing e vendas. Antes da turbini, foi:
Pioneiro na aplicação de estratégias de Founder-Led Growth e na transição de negócios para ecossistemas AI-First.
“Tecnologia só vale quando vira venda no balcão. É isso que a IA tem que entregar pro lojista.”